Por Anna Carolina Bueno da Silva*

 O Masp (Museu de Arte de São Paulo) e o Instituto Tomie Ohtake recebem até o dia 21 de outubro a exposição Histórias Afro-Atlânticas, que conta sobre os “Fluxos e Refluxos” entre a África, as Américas, o Caribe e a Europa.

Com 216 artistas e mais de 400 obras do século 16 ao 21, a exposição não só evidencia a presença negra na arte, mas também as obras e os trabalhos, produzidos por artistas negros como: Rosana Paulino, Sidney Amaral, No Martins, Moisés Patrício, Flávio Cerqueira e muitos outros.

crédito: Romulo Fialdini

A exposição é dividida em oito núcleos: Mapas e margens, Cotidiano, Ritos e Ritmos, Retratos (no primeiro andar), Modernismo afro-atlântico (no primeiro subsolo) e Rotas e transes – África, Jamaica e Bahia (no segundo subsolo). Já no Instituto Tomie Ohtake encontramos: Emancipações, Ativismo e resistências.

O evento é realizado sob a curadoria de Lilia Schwarcz, Adriano Pedrosa, Hélio Menezes e Ayrson Heráclito. A coleção inclui desenhos, pinturas, esculturas, vídeos e fotografias.

SERVIÇOS:

MASP  

Terça à domingo, das 10h às 18h

Ingresso: R$ 35 (inteira); R$ 17 (meia entrada)

Entrada gratuita às terças feiras.

 

Instituto Tomie Ohtake

Terça à domingo, das 11h às 20h

Entrada gratuita.

 

*Aluna do 4º semestre do curso de Rádio, TV e Vídeo.

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